O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desembarcou em Pequim, na China, por volta das 9h no horário de Brasília. Ele estava acompanhado de executivos de empresas de tecnologia norte-americanas, como Elon Musk, dono da Tesla e da Space X; Tim Cook, executivo da Apple; e Jensen Huang, da Nvidia. Antes da viagem, Trump disse que o principal objetivo do encontro com Xi Jinping é abrir o mercado chinês para empresas norte-americanas.
As relações comerciais entre Estados Unidos e China caíram de forma expressiva, por causa da guerra tarifária iniciada por Trump e que foi prontamente respondida por Pequim. No ano passado, o comércio bilateral entre os dois países totalizou US$ 414 bilhões ante US$ 690 bilhões em 2022.
Negociações
Agora, já há uma proposta sendo costurada. A ideia é que cada um dos dois países selecione uma lista de produtos, avaliada em cerca de US$ 30 bilhões, os quais um país poderia vender ao outro com tarifas menores que as atuais. Não estão incluídos no texto os bens considerados sensíveis ou estratégicos por cada uma das nações. Os Estados Unidos também estariam interessados em debater a disputa sobre inteligência artificial e produção de chips.
Conflito no Oriente Médio
Outro assunto entre os dois líderes deverá ser a guerra no Oriente Médio. Trump, a princípio, disse que não discutiria o assunto. Mas há expectativa de que ele use o encontro para convencer o líder chinês a intervir com o Irã para acelerar o acordo de pazjá que Pequim e Teerã são aliados.
Taiwan
Taiwan também está na pauta e é um dos pontos mais sensíveis do encontro. Isso porque os Estados Unidos vendem armas para Taiwan e é considerado o principal aliado do território. A China, por sua vez, considera a ilha como território chinês.
*Com informações da agência Reuters














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