O mercado financeiro brasileiro encerrou esta quarta-feira (3) em baixa, com queda de 2,22% do Ibovespa, que fechou aos 170.330,63 pontos, e alta de 1,14% do dólar comercial, vendido a R$ 5,0668. O volume negociado na bolsa somou R$ 28,28 bilhões. No exterior, os índices norte-americanos também recuaram, com perdas de 1,21% no Dow Jones e de 0,89% no Nasdaq.
Durante a sessão, o Ibovespa oscilou entre a máxima estável de 174.192 pontos e a mínima de 170.008 pontos, equivalente a recuo de 2,41%. No acumulado de 2026, o índice ainda registra alta de 5,71%, mas passou a mostrar perda de 1,99% no mês. O Ibovespa futuro, com vencimento mais próximo, caiu 2,54%, aos 170.710 pontos, após tocar máxima de 174.635 e mínima de 170.660 pontos.
Entre as ações de maior peso, Vale ON e Vale PNA recuaram 3,72%, ambas cotadas a R$ 81,84. Petrobras PN caiu 0,87%, a R$ 41,21, enquanto Petrobras ON cedeu 0,19%, a R$ 46,38. No setor financeiro, Itaú Unibanco PN fechou a R$ 38,79, com baixa de 1,95%, e Bradesco PN caiu 1,97%, para R$ 17,40. BRF ON terminou a sessão a R$ 15,78, com recuo de 0,44%.
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No câmbio, o dólar Ptax subiu 0,51%, com venda a R$ 5,0415, e o dólar futuro para julho avançou 0,99%, a R$ 5,0910. O euro comercial fechou vendido a R$ 5,8770, alta de 0,82%. Nos juros, o CDI ficou em 14,40% ao ano, mesmo patamar do over, enquanto o CDB prefixado de 30 dias marcou 14,34% ao ano. As taxas de capital de giro e hot money não foram informadas no fechamento disponível.
Para o setor agropecuário, o movimento do câmbio e dos juros é um indicador relevante para exportações, custo financeiro e decisões de comercialização. A variação diária, no entanto, precisa ser acompanhada em conjunto com preços de commodities, crédito e demanda externa para uma leitura mais completa.
Os dados do dia mostram um ambiente de aversão a risco, com pressão sobre bolsa e câmbio e manutenção de juros elevados. Sem informações adicionais sobre os fatores que moveram a sessão, não há base técnica suficiente para projetar tendência de curto prazo além do comportamento observado neste fechamento.
Fonte: Estadão Conteúdo
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