Os aeroportos do Nordeste movimentaram 5,8 milhões de passageiros no primeiro trimestre de 2026, considerando voos domésticos e internacionais com origem na região. O volume representa alta de 12,86% na comparação com o mesmo período de 2025, acima da média nacional de 8,95%. Os dados são da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), compilados pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor).
Do total registrado entre janeiro e março, 5,5 milhões de passageiros embarcaram em voos domésticos e 312,8 mil em operações internacionais. Segundo o MPor, o desempenho acompanhou a maior procura pela região durante a alta temporada de verão, período que concentrou férias, Carnaval, eventos e fluxo turístico mais intenso.
Entre os aeroportos com maior movimentação, Recife liderou o trimestre, com 1,38 milhão de passageiros, crescimento de 10,45% sobre o mesmo intervalo de 2025. Salvador aparece em seguida, com 1,13 milhão e alta de 11,69%. Fortaleza registrou 807 mil passageiros, avanço de 13,06%. Juntos, os três terminais responderam por mais da metade da movimentação aérea nordestina no período.
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O levantamento também mostrou expansão em outros destinos turísticos e polos regionais. Maceió movimentou 436,8 mil passageiros, alta de 11,46%. Porto Seguro registrou 400,8 mil, com avanço de 20,76%. Natal somou 372,3 mil, crescimento de 14,34%. São Luís teve uma das maiores altas entre as capitais da região, com 21,40%, totalizando 224 mil passageiros.
No interior e em cidades estratégicas, os resultados também foram positivos. Teresina cresceu 16,27%, para 151,2 mil passageiros. Ilhéus avançou 14%, com 104,9 mil. Juazeiro do Norte teve alta de 19,8%, para 74,8 mil. Petrolina registrou 70,8 mil embarques, crescimento de 20,76%.
Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, a expansão reflete a combinação entre turismo, conectividade e infraestrutura. O ministério não divulgou, até o momento, estimativas oficiais para os próximos trimestres.
Os dados do primeiro trimestre consolidam o desempenho da região na sazonalidade de verão e indicam ampliação do fluxo em capitais e aeroportos regionais. Para os próximos meses, a evolução da demanda dependerá da manutenção da oferta de voos e da conectividade aérea, embora não haja projeção oficial detalhada no material divulgado.
Fonte: gov.br
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