Três produtoras rurais de Rio Bonito do Iguaçu, no Paraná, ampliaram ou estruturaram atividades econômicas após atendimento pelo programa Nossa Gente Paraná/Renda Agricultor e Fomento Rural, com acompanhamento do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná). O caso reúne produção de morango, agroindústria de panificados e inserção em canais de comercialização locais e institucionais. O município havia sido atingido por um tornado em novembro do ano passado, contexto que reforçou a busca por alternativas de reconstrução da renda no campo.
Na comunidade Nossa Senhora Aparecida, Elisiane de Almeida Fin implantou uma estufa para cultivo de morango após ingressar no programa em 2024. Segundo as informações divulgadas, a estrutura produz atualmente 40 quilos por semana. A comercialização ocorre com vizinhos, pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e em eventos do município. A família também prepara uma segunda estufa, com mais 1.200 pés de morango.
Na comunidade Charqueado, Mareli Ratajewski estruturou uma agroindústria de panificados com apoio técnico do IDR-Paraná. A produção abastece consumidores da vizinhança, programas oficiais e pontos ligados ao turismo local. Na comunidade Sede, Janete Borges ampliou a linha de produtos de sua agroindústria, que passou de um portfólio inicial para mais de dez itens, entre pães, cucas e doces.
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Além do atendimento do IDR-Paraná, as produtoras participaram de cursos promovidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e pela Secretaria Municipal da Agricultura. O conteúdo original, porém, não informa o valor dos recursos aplicados em cada projeto nem o volume total de investimento público.
As três também integram a Rota Renascer, circuito criado após o tornado para estimular o turismo rural e agregar renda às propriedades. Nesse modelo, a produção agropecuária e agroindustrial passa a operar em múltiplos canais, combinando venda direta, abastecimento institucional e fluxo turístico.
Os casos mostram que, quando há assistência técnica, capacitação e acesso a mercados, pequenos empreendimentos rurais podem ampliar a geração de renda e diversificar a atividade produtiva. Sem dados oficiais sobre investimento, faturamento e número de beneficiários, a dimensão econômica total da iniciativa no município ainda não pode ser medida com precisão.
Fonte: agricultura.pr.gov.br
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